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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Ainda sobre as "políticas" desportivas

Sobre a questão referida pelo PS "de não haver desporto federado no Concelho da Moita", agora a través de Nuno Cavaco (membro do PCP) em artigo no jornal "O Rio" 
diz que:

- O governo [PS] não aprovou 89,1% do PIDDAC relativo a verbas solicitadas para o concelho da Moita.

E que:

- Votaram contra a construção de Pavilhões Gimno-Desportivos da Escola Secundária da Baixa da Banheira e da Escola Básica 2.3 Fragata do Tejo.
- Votaram contra a concessão de apoios à construção do Piscina Municipal da Moita e de apoios à Construção do Parque Desportivo União Desportiva e Cultural Banheirense, e ao Complexo Desportivo do Clube Recreio e Instrução de Alhos Vedros, e à sede da Associação Amizade Arroteense de Alhos Vedros.

Fonte: O Rio

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

“ Não há desporto federado no concelho da Moita”

Manuel Borges candidato à Presidência da Assembleia Municipal, referiu um documento da Divisão de Desporto da CMM no qual se afirma: “O concelho da Moita está bastante deficitário na prática do desporto federado, nomeadamente nas modalidades de pavilhão, como o basquetebol, andebol e o voleibol, entre outras, assim como em desportos náuticos”.
A seguir salientou que “o Grupo Desportivo de Portugal tem 200 jovens a praticar desporto por acção de Pedro Pereira que é cabeça de lista do PS à Junta de Freguesia do Vale da Amoreira; Que o União Futebol Clube Moitense tem igualmente 200 jovens nas sua escolas de futebol e que o mesmo é dirigido por João Soeiro candidato pelo PS à presidência da Junta de Freguesia da Moita; Que o 1º de Maio de Sarilhos Pequenos tem mais de 100 jovens na Escola de Futebol Manuel Fernandes, e que este clube é presidido por um destacado membro do PS local. Referindo estes números e estes dirigentes,”
“Se não fosse esta gente do PS a frase da Divisão de Desporto da CMM não seria a anterior, mas esta outra: “ Não há desporto federado no concelho da Moita” – sublinhou.

Fonte: Rostos Online


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Politicos falam de desporto no Concelho da Moita

Desporto, Associativismo e Lazer – Tempo para Viver foi o tema do primeiro dos debates da iniciativa do Bloco de Esquerda “O concelho da Moita no presente e no futuro”, realizado no dia 3 de Abril, na Sociedade Recreativa e Cultural União Alentejana, na Baixa da Banheira.

Joaquim Chora
, treinador de futebol, o primeiro orador, falou do “Passado e presente do futebol no nosso concelho”. Em relação ao passado, recordou que quando era jogador de futebol, o campo do Vinhense era pelado e com balneários sem condições, e, passados mais de 30 anos, continuam na mesma, o CRI tinha o campo de S. Lourenço, que foi destruído, agora fizeram-lhe um outro campo, mas também pelado, para as crianças; o Moitense continua com as mesmas instalações que tinha há 30 anos atrás; a União D.C. Banheirense está na única freguesia que não tem um campo desportivo Estes exemplos mostram que “a Câmara da Moita não está nada virada para o desporto”.

João Soeiro
, Presidente do U.F.C. Moitense, questionou “Formação no futebol, que condições?”, começando por lembrar que o concelho da Moita tem três equipas na 1ª divisão distrital de futebol, à excepção do 1º de Maio Sarilhense, os outros dois clubes têm campos pelados, sendo os únicos clubes, que disputam este campeonato, sem campo relvado... Na sua formação desportiva, as crianças que praticam o futebol, para além de um campo de futebol como deve ser, deviam também ter outros equipamentos desportivos na sua terra para praticarem outras modalidades que os enriqueceriam. No concelho, gasta-se muito dinheiro em actividades desportivas pontuais, quando as crianças deviam era de praticar o desporto em 11 dos 12 meses do ano, com os clubes a serem devidamente apoiados.

Hugo Pascoal, Jornalista, debruçou-se sobre “Cultura e Desporto nas dinâmicas da comunidade”. Valorizou as boas práticas desportivas e o bem-estar físico, com exemplos concretos. Entre outras idéias, defendeu ainda uma boa informação das actividades dos clubes, com mais divulgação na comunicação social local. Preconizou que os apoios fossem concedidos às actividades concretas dos clubes e não o habitual subsídio anual, assim, os apoios seriam melhor aplicados.

Fernando Sequeira
teve a seu cargo falar do Movimento Associativo – “Associativismo, Cultura e Lazer”. Sobre a situação actual das associações no concelho, questionou aonde é que há um lugar com condições para se praticar o desporto de lazer? Exemplificou com a entrada do Bairro Francisco Pires, local onde existiu um circuito de manutenção que se deixou degradar e vandalizar, agora, passados tantos anos, com Vila Verde e Vila Rosa já construídos não seria de se aproveitar aquele espaço, para servir muito mais pessoas? – questionou.
Já fizeram projectos pavilhões, piscinas, estádios e pistas de atletismo, que surgem sempre em alturas de eleições, mas que acabam sempre por não serem construídos, por falta de aprovação das candidaturas, dizem.

Fonte: Resumo da notícia publicada no O Rio Online

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O presidente da câmara e as necessidades do CRI

Foi publicada na semana passada uma entrevista "interactiva" no jornal Rostos online com o Presidente da Câmara Municipal da Moita, João Lobo.

Eis a transcrição de algumas questões relacionados com o desporto e sobre Alhos Vedros em particular:

Pergunta 1.
Sr. Presidente a minha pergunta é a seguinte: Para quando a conclusão do campo de futebol do C.R.I. (Clube Recreio e Instrução) de Alhos Vedros? Se até o saibre é dado, a mão-de-obra também. Será que não há máquinas disponíveis para carregar a terra de uma vez por todas? Assista a um treino e veja as dezenas de jovens que ali treinam, com poucas condições e que pedem tão pouco.
Alda Torres

Resposta 1
“A Câmara Municipal da Moita está, como aliás sempre esteve, ao lado das cerca de 110 associações e colectividades existentes no concelho, procurando apoiar de forma financeira, logística e técnica as várias solicitações que têm vindo a ser efectuadas. No que concerne ao Clube de Recreio e Instrução, vários têm sido os apoios prestados, por vezes traduzidos de forma indirecta, como por exemplo: o estudo efectuado pelo Departamento de Urbanismo, de enquadramento urbano e reformulação da área de cedência de equipamento desportivo; o terreno cedido, com uma área de cerca de 14 000m²; a execução de um campo de futebol de 7 e a colocação de vedação metálica; o apoio em máquinas, energia e outros equipamentos. Em relação ao apoio financeiro directo, o Clube de Recreio e Instrução recebe anualmente uma comparticipação quer para o Plano de Actividades, quer para a Escola de Formação de Futebol, e houve também um acompanhamento, por parte dos técnicos da Câmara Municipal, do processo de candidatura “Construção do Parque Desportivo e Infra-estruturas de apoio do Clube Recreio e Instrução” à CCDR-LVT, tendo sido, na altura, aprovados os estudos prévios, sendo necessário por parte do Clube fazer alguns ajustamentos ao projecto de execução. Essas alterações não chegaram a ser enviadas pela Direcção do Clube ao Organismo competente, sendo descrito no documento da Comissão, em 2004, que os respectivos documentos não foram entregues.O trabalho desenvolvido pelo CRI é reconhecido pela Câmara Municipal da Moita, tal como o trabalho que é feito por todas as associações do nosso concelho, podendo sempre contar com o nosso apoio.”

Pergunta 2 (12 no Rostos Online).
Gostaria de saber qual é a linha politica orientadora para as infra-estruturas desportivas no Concelho, por parte da Câmara M. da Moita. Quais são as suas prioridades? A pergunta vem na sequência do crescente descontentamento que grande número de familiares de atletas e amigos do C.R.I., vêem sentindo pelo facto do executivo da C.M.M. continuar inexplicavelmente a adiar o apoio à muito prometido a este clube para construção do piso (pelado), do campo de futebol de 11 na Urbanização Vila Rosa. Ao que sei a obra chegou a ser adjudicada, mas foi posteriormente anulada. Porquê?
João Torres

Resposta 2 (12 no Rostos Online).
“A linha política orientadora para as infra-estruturas desportivas no Concelho, designadamente do Movimento Associativo, foi delineada, em 2005, pela Câmara Municipal e os Organismos Populares de Base, e encontra-se transcrita no “Programa de Desenvolvimento do Movimento Associativo do Concelho da Moita”. Neste documento, que é do conhecimento das Associações e Colectividades, encontrando-se também disponível na autarquia, é descrito os vários tipos de apoios que podem ser prestados e em que condições. No caso de serem infra-estruturas financeiramente elevadas, e sempre que é solicitado, é prestado apoio para preenchimento e acompanhamento das candidaturas à Administração Central, sendo atribuído subsídio por parte da CMM, até 20% do valor, se as mesmas forem aprovadas.
Relativamente ao campo de futebol de 11, tem sido solicitado pelo CRI apoio para a execução do campo, no espaço já disponibilizado pela CMM. Nas reuniões efectuadas com a Direcção do Clube tem sido transmitido que a CMM, não tem, ao momento, condições para apoiar a obra na totalidade, dado que é um orçamento bastante elevado, e ao fazê-lo abriria um precedente que contraria o estipulado no Programa de Desenvolvimento do Movimento Associativo. Ainda assim e dentro das nossas possibilidades, temos prestado apoios logísticos pontuais, como a cedência de uma viatura para transporte do saibre e temos agendada a cedência de uma máquina para a sua colocação. A questão colocada sobre a obra já ter estado adjudicada, não corresponde à realidade, nem sequer houve esse compromisso, por parte da CMM, havendo sempre no entanto disponibilidade para se ir avaliando as solicitações de apoio.”

A entrevista poderá ser consultada na sua totalidade na sua fonte em Rostos Online